O que está sendo votado?
Aprovar o acordo internacional sobre a conservação de espécies migratórias de animais silvestres, assinado em Nairóbi (Quênia) em 21 de dezembro de 2025. Confirmar o texto final e os compromissos ambientais que o Brasil assume com esse acordo.
Aprovada a Redação Final assinada pelo relator, Dep. Nilto Tatto (PT/SP).
Resultado da Votação
0
Votos SIM
0
Votos NÃO
Detalhes
Data da votação
25/02/2026 20:33
Proposição
Estatísticas
- Total de votos: 0
- Partidos votantes: 0
Ementa
Acordo sobre a 15ª Reunião da Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres, assinado em Nairóbi, Quênia, em 21 de dezembro de 2025
Resumo da ementa
Resumo simples da proposição MSC 112/2026 Esta proposição trata da aprovação, pelo Brasil, de um acordo resultante da 15ª Reunião da Conferência das Partes (COP15) da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres. O acordo foi assinado em Nairóbi (Quênia) em 21 de dezembro de 2025 e a proposição está “pronta para pauta”, ou seja, aguardando inclusão na ordem do dia do Congresso para discussão e votação. O que a proposta busca implementar: ao aprovar o acordo, o Brasil assumiria formalmente compromissos internacionais definidos na COP15 para proteger animais selvagens que migram entre países (como aves, peixes e mamíferos marinhos). Esses compromissos costumam envolver ações de conservação, monitoramento das espécies, troca de informações e cooperação com outros países para reduzir ameaças durante as migrações. Impactos práticos para a população: a aprovação pode trazer benefícios ambientais, como maior proteção da biodiversidade, conservação de ecossistemas e potenciais ganhos para o turismo e a pesca sustentável. Também pode gerar mudanças em atividades econômicas que afetem espécies migratórias (por exemplo, exigência de medidas de proteção em obras, pesca ou uso da terra), o que pode significar custos ou adaptações para empresas e comunidades. Em resumo, é um passo para o Brasil cumprir compromissos internacionais de conservação, cuja implementação prática dependerá de medidas internas e de como o Congresso decidir sobre o acordo.
Análise por partido
Tendência partidária nesta votação:
Partidos mais favoráveis:
Nenhum partido com alinhamento significativo.
Partidos mais contrários:
Nenhum partido com oposição significativa.
Disciplina partidária:
Partidos mais disciplinados:
Dados insuficientes.
Partidos menos disciplinados:
Dados insuficientes.
Impacto nas categorias temáticas
Esta análise é baseada em como o conteúdo da votação se relaciona com os temas de cada categoria. As categorias exibidas são aquelas relacionadas à proposição em questão.
Esta classificação envolve interpretação subjetiva dos impactos. Analistas podem ter visões distintas sobre como uma proposição afeta cada categoria.
Relações Internacionais e Comércio Exterior
Justificativa: A votação é pela aprovação da redação final de uma proposta que autoriza o Brasil a aderir a um acordo internacional da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres. Como a categoria envolve Relações Internacionais e Comércio Exterior, votar "Sim" favorece diretamente a formalização de um compromisso internacional do Brasil, alinhado aos interesses da categoria.
Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável
Justificativa: A votação específica aprovou a Redação Final de uma proposição que ratifica um acordo internacional voltado à conservação de espécies migratórias e à proteção da biodiversidade. Como a categoria é 'Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável', votar 'Sim' neste caso favorece diretamente a preservação ambiental e compromissos de cooperação internacional para conservação.
Agricultura, Pecuária, Pesca e Extrativismo
Justificativa: A votação é pela aprovação da redação final de um acordo internacional voltado à conservação de espécies migratórias de animais silvestres. Como a categoria inclui pesca, extrativismo e temas ambientais ligados ao uso sustentável dos recursos naturais, votar "Sim" favorece a proteção da biodiversidade e tende a reforçar práticas de conservação que podem beneficiar a sustentabilidade de atividades como pesca e extrativismo no longo prazo.