PL 1822/2024

28/05/2026 11:38
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Permite que pais ou responsáveis peçam a internação imediata de jovens com dependência química. A medida também vale para casos de vulnerabilidade social ou risco de morte por facções criminosas. O objetivo é garantir tratamento em entidades autorizadas e com apoio de profissionais da assistência social e, se possível, de psiquiatria.

Aprovado o Substitutivo ao Projeto de Lei nº 1.822, de 2024, adotado pelo relator da Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família.

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Data da votação

28/05/2026 11:38

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Proposição

- PL 1822/2024

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Ementa

Garante aos pais ou responsáveis a imediata internação de jovens e adolescentes, viciados em substancias psicoativas, em vulnerabilidade social, ou ameaçados de morte por traficantes e facções criminosas para tratamento da dependência química em entidades que tratem desta doença, legitimadas pelos poderes públicos Municipais, Estaduais e Federais e que comprovem ter em seus quadros profissionais do sistema único de assistência social como: psicólogos, assistentes sociais, e se possível de psiquiatria.

Resumo da ementa

O PL 1822/2024 propõe garantir aos pais ou responsáveis o direito de levar imediatamente para internação jovens e adolescentes que sejam dependentes de drogas, que estejam em situação de vulnerabilidade social ou que corram risco de morte por ameaças de traficantes ou facções. A ideia é permitir a internação para tratamento da dependência química em instituições que tratem dessa condição. Para que essas internações ocorram, as instituições precisam ser reconhecidas pelos governos municipais, estaduais ou federal e comprovar que têm em sua equipe profissionais do sistema público de assistência social, como psicólogos e assistentes sociais, e, quando possível, psiquiatras. Ou seja, a proposta exige que o acolhimento seja feito por locais oficialmente autorizados e com equipe técnica mínima. Na prática, isso pode facilitar uma resposta mais rápida dos responsáveis para tirar jovens de situação de risco e encaminhá‑los para tratamento, aumentar a procura por vagas em instituições reconhecidas e exigir que o poder público fiscalize e credencie esses serviços. Ao mesmo tempo, a medida pode gerar debates sobre direitos dos adolescentes, como questões de consentimento e garantias legais, e sobre a necessidade de investimentos e fiscalização para evitar internações inadequadas. A proposição ainda está em tramitação e aguarda a designação de um relator.

Análise por partido
Tendência partidária nesta votação:

Partidos mais favoráveis:

Nenhum partido com alinhamento significativo.

Partidos mais contrários:

Nenhum partido com oposição significativa.

Disciplina partidária:

Partidos mais disciplinados:

Dados insuficientes.

Partidos menos disciplinados:

Dados insuficientes.

Votação por partido